PAS706. Por quem dobram os sinos
O jovem correu para o seu, montou rapidamente e esporeou duramente o animal, procurando alcançar a amazona. Tudo inútil. O corcel da rapariga era muito mais ligeiro do que o seu e ganhava-lhe terreno a olhos vistos. Deu-se por vencido e entrou na povoação a trote, olhando para um lado e para o outro na esperança de ainda a conseguir ver. E viu-a, montada no veloz animal, em frente da igreja, em cuja porta o pastor entoava uns responsos ante seis ataúdes que encerravam os restos mortais dos madeireiros assassinados no dia anterior. Charles aproximou-se da ruiva e observou que no seu rosto se operara uma grande transformação. — Quem... quem são?... — perguntou entrecortadamente, assinalando os caixões com um movimento de cabeça. — Serradores de uma companhia madeireira — respondeu Charles, contente de poder ser útil à desconhecida. — Algum acidente? — Não... Foram os homens de Charisse. A palidez da jovem acentuou-se. — Por isso é que o xerife foi ontem ao rancho... — murmurou de si para...