Imaginem o problema: «Ela amava um cobarde». Seria fácil viver no Oeste nestas condições? Leiam esta passagem e vejam como Nora ultrapassou a situação.
(Coleção Búfalo, nº 112) «Colorado» Jim, também chamado «Nevada» Jim ou «Risonho» Jim condenou cinco homens à morte, porque na sequência do assalto a uma diligência onde viajava a sua mãe esta foi abatida. Próximo do local do ataque abriu 5 sepulturas e aí foi depositando os corpos daqueles de quem se foi vingando. Acontece que «Colorado» era o quinto homem que participara no assalto sem saber que a mãe viajava na diligência. Ele próprio que levou um tiro dos viajantes, ficou ferido no próprio local, sendo tomado por um dos que foram atacados e foi tratado como um sobrevivente. A procura do quarto condenado iria entroncar na estranha história de um jovem raptado pelos índios e criado por estes durante quase uma vintena de anos a quem o pai continuava a procurar. «Colorado» foi abordado por dois indivíduos sem escrúpulos para se fazer passar por esse jovem dadas as semelhanças entre ambos. Ao aceitar participar nessa farsa, acabou por encontrar o quarto homem e uma jovem que lhe fez mud...
(Coleção Búfalo, nº 115) Mel ia casar e mandou recado ao seu irmão, Ed, para se dirigir a Everton, povoação a meio caminho entre Prescot e Phoenix, povoação dominada por pistoleiros e negócios sujos. Mel era detentor do único saloon e casa de jogo onde não se praticava batota e isso atraiu a ira e gula do cacique Hodges que o mandou matar para se apoderar do seu espaço. À chegada a Everton, Ed deparou-se com o cadáver de Mel e com uma mulher, noiva deste, com quem já estivera relacionado. Compreendeu então a razão do chamamento a que fora submetido e rejeitou a reaproximação que aquela mulher pretendia. Depois, abateu pistoleiro a pistoleiro até vingar a morte de Mel. Apesar de algum interesse, este livro de Mortimer Cody torna-se enfadonho talvez pelo estilo literário que o mesmo usou. Lido parte dele, compreendeu-se como se iria desenrolar e qual a menina com quem Ed haveria de ser feliz.
A claridade do luar permitia vê-lo em todos os detalhes. A uns quarenta ou cinquenta metros de distância, uma sombra branca passeava em frente do edifício. Henry passou a mão por diante dos olhos. No primeiro momento julgou tratar-se duma ilusão de ótica, porém, uma nova observação, convenceu-o de que a silhueta branca era algo positivo e real. — Pois bem — murmurou — o que é necessário determinar é se se trata de um espectro ou de uma pessoa em carne e osso. Observou a silhueta uns segundos, vendo-a afastar-se em direção ao panteão. Caminhava lentamente, como se quisesse fazer uma demonstração da sua presença naquele lugar. — Será a alma de Rosemary Jullien? —perguntou a si próprio, estremecendo de horror, mau grado seu. Não se demorou mais. Procurou a porta de saída e, iluminando-se com fósforos, chegou à cozinha, saindo depois. Olhou para o panteão. O fantasma continuava a andar, mas era evidente que o alcançaria em poucos minutos. — Tenho de impedir isso — murmurou, começando a cor...
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